Governança de compras para Instituições de saúde

DIAGNÓSTICO DE VAZAMENTO DE CAIXA EM COMPRAS

O dinheiro que falta no caixa saiu pelas compras.

Não de uma vez, nem em um contrato grande. Saiu em diferenças pequenas, repetidas pedido a pedido, ao longo dos últimos 24 meses. Somadas, elas têm valor em reais e podem ser calculadas sobre a sua própria base.

  • O mesmo item entra no sistema com preço diferente a cada requisição, e ninguém tem como comparar. Ao final de 4 a 6 semanas você tem o tamanho dessa diferença em reais.
  • A próxima reunião de conselho já tem data marcada. Você chega nela com uma folha que mostra onde o dinheiro está parado, em vez de mais uma explicação sobre o que a área de compras pretende melhorar.
  • A compra emergencial de hoje vira o sobrepreço do fechamento do ano. Você tem visibilidade de quanto ela custou nos últimos 24 meses e quais categorias a produzem toda semana.
EM NÚMEROS
R$ 512.400em perdas já encontradas nas compras de uma única Instituição
+20 anosde experiência, 16 deles em Big Four
4 a 6 semanaspara receber o relatório completo
A dor

Seu sistema trata um único produto como cinco produtos diferentes

01

Terça-feira, reunião de conselho. Um conselheiro abre a pasta e pergunta por que o mesmo produto aparece com preços diferentes em pedidos do mesmo trimestre. Você diz que vai levantar. Duas semanas depois entrega uma planilha montada à mão pela equipe, e a resposta já não interessa mais, porque a pauta daquela reunião é outra.

02

Fechamento do mês. A área de compras reporta economia negociada. O financeiro procura essa economia no caixa e não encontra. Ninguém está mentindo. O número que compras reporta é comparado com o preço da última compra, e não com o melhor preço que a Instituição já pagou pelo mesmo item. Economizar sobre um preço ruim produz um percentual bonito e nenhum dinheiro.

03

Três cotações no processo, todas em ordem, tudo dentro da regra. Só que as três vieram dos mesmos fornecedores de sempre, da mesma região, com margens parecidas. Nenhuma delas foi comparada com o que a própria Instituição já pagou pelo item no ano passado, nem com o que se pratica fora daquele círculo. O processo está impecável. A referência é que não existe.

04

É hora da prestação de contas, e a exigência é simples: uma amostra de pedidos do período. Simples na teoria. Na prática, três dias garimpando o sistema pedido a pedido para produzir o que deveria sair pronto.

O cadastro espelhado

Nada disso acontece por falta de cuidado da equipe. Uma seringa de 10 ml é um produto só na prateleira do almoxarifado. Dentro do seu sistema, ela existe cinco vezes, em cinco cadastros diferentes, cada um criado por uma pessoa diferente, em um ano diferente, com uma descrição diferente.

CódigoDescrição do itemPreço
2216Seringa dez mililitrosR$ 1,42
9054Seringa 10ml c/ agulhaR$ 2,10maior
8830SER 10MLR$ 1,85
4471Seringa 10 ml descartávelR$ 1,20menor
5192Seringa descartável 10R$ 1,67
+75% de diferença pelo mesmo produto

Exemplo ilustrativo.

Cinco códigos, cinco fichas, cinco históricos de preço que nunca se encontram. O sobrepreço não está escondido, ele está espalhado, e é isso que impede qualquer um de enxergar. É a mesma coisa com o cateter, com a luva e com a maior parte do que a Instituição compra todo mês.

Sem comparação possível, ninguém sabe o preço anterior. Sem preço anterior, a negociação vira aceitar o que o fornecedor propõe hoje. Sem previsão de consumo por categoria, tudo vira urgência. E toda urgência compra sem cotação, o que produz o preço alto que vai virar a base da próxima economia anunciada.

Enquanto essa base não for lida com o tratamento certo, você continua respondendo, na frente do conselho, por um processo que não tem como enxergar.

OS QUATRO VETORES

O que aparece em toda base de compras que nunca foi analisada

Bases de Instituições diferentes, portes diferentes, sistemas diferentes. Os padrões se repetem, e sempre nos mesmos quatro lugares. Em uma base de 24 meses de uma Instituição de médio porte, esses quatro vetores somados apontaram R$ 512.400 em vazamento identificado.

O mesmo item comprado por preços que variam dentro do mesmo trimestre

Nasce do cadastro espelhado. Quando os cadastros duplicados são consolidados sob um código só, a diferença entre o menor e o maior preço pago aparece de uma vez, multiplicada pela quantidade comprada no período. É um dos vetores que costuma render o maior valor isolado de toda a análise.

O gasto disperso sem negociação de escala

O gasto de uma categoria se espalha entre vários fornecedores, pedido a pedido, sem que ninguém tenha somado o total do ano. Cada compra isolada é pequena, e nenhuma delas sozinha justifica negociar condição de volume. Somadas, porém, muitas vezes ultrapassam o que qualquer um dos fornecedores individualmente enxerga, e é aí que a Instituição deixa de negociar uma condição que já teria direito a pedir.

A categoria que tem um único fornecedor há anos

Não significa irregularidade. Significa que ninguém testou o mercado naquela categoria desde a última troca de gestão, e que o preço vem sendo reajustado sobre ele mesmo, sem referência externa.

O reajuste que superou a inflação e nunca foi contestado

Preço que supera o índice do período, ano após ano, sem justificativa registrada no processo. Somado ao longo de 24 meses, costuma ser maior que qualquer negociação pontual que a Instituição tenha feito no mesmo período.

Esses quatro pontos não são hipóteses sobre a sua Instituição. São os quatro vetores que a análise procura, um a um, dentro da sua própria base de pedidos.

A base já existe. O que falta é analisá-la.

Os pedidos dos últimos 24 meses estão registrados no seu sistema desde o dia em que foram emitidos. O valor que essa base esconde não depende de nova negociação, de troca de fornecedor nem de corte em lugar nenhum. Depende de uma análise consistente.

O método

A resposta já está na base. Falta quem saiba analisá-la.

O Diagnóstico de Vazamento de Caixa em Compras é a análise dos seus últimos 12 a 24 meses de pedidos, executada em 4 a 6 semanas, com um único objetivo: apresentar quanto a Instituição perdeu no processo de compras e em quais categorias esse valor está registrado.

  1. Fase 0

    Teste de base

    Nos primeiros 5 dias úteis nós analisamos uma amostra dos seus pedidos e verificamos se a base sustenta a análise. Se não sustentar, o projeto termina aqui e o valor pago é devolvido integralmente.

  2. Fase 1

    Tratamento da base

    Os pedidos são extraídos do sistema e preparados para análise: os cadastros que descrevem o mesmo produto são agrupados, os fornecedores são identificados e o gasto é classificado por categoria. Nada disso altera o seu sistema. É o trabalho que torna a comparação possível, e é a etapa que ninguém faz internamente.

  3. Fase 2

    Análise dos quatro vetores

    Cada um dos quatro vetores é rodado sobre a base tratada e gera um valor em reais.

    A análise concentra o esforço nas categorias e itens de maior representatividade no gasto, a partir da premissa de que a concentração de valor coincide com a concentração de oportunidade. É esse recorte que viabiliza a execução em semanas e que faz o resultado chegar em formato imediatamente acionável.

  4. Fase 3

    Mapa das compras emergenciais

    Quando a base identifica o pedido feito na urgência, todas essas compras são separadas, com o sobrepreço que cada uma custou em relação ao melhor preço praticado para o mesmo item. O resultado mostra quanto a urgência custou e quais categorias a produzem de forma recorrente.

  5. Fase 4

    Priorização

    O gasto é ordenado em curva ABC por categoria e por item, o que mostra quais poucas categorias respondem pela maior parte do dinheiro. Sobre essa ordem, o valor identificado vira um roadmap de priorização.

Por que funciona

A análise utiliza as melhores ferramentas de tratamento e análise de dados disponíveis hoje no mercado. O que a Instituição contrata não é o cálculo, é a expertise adquirida em mais de 20 anos de análise de processos de compras em empresas nacionais e internacionais. É essa experiência que é a base de toda as análises do diagnóstico.

A entrega é um relatório com o Mapa de Economias por vetor, a curva ABC de categorias e itens e o roadmap de priorização das oportunidades identificadas. Em uma base de 24 meses de uma instituição de médio porte, essa análise apontou R$ 512.400 em vazamento identificado.

Dado, qualquer ferramenta processa.Critério, só a experiência constrói.

São mais de 20 anos definindo o que entra na conta.

Qualificação

Duas Instituições com o mesmo problema, e só uma consegue resolver agora

Para quem é

  • Superintendente ou diretor de Instituição de saúde de médio porte que presta contas a um conselho ou a uma mesa administrativa e precisa levar número, não percepção.
  • Diretor administrativo financeiro que já renegociou o que era visível, já cortou o que dava para cortar, e continua sem ver essa economia aparecer no fechamento.
  • Dirigente estatutário que responde formalmente pelas decisões da casa e quer enxergar o processo de compras que hoje conhece apenas pelo que sobe pronto para assinatura.
  • Controller ou responsável por controles internos que percebe indícios em compras e precisa de critério documentado para transformar suspeita em ponto de atenção sustentável.
  • Gerente de compras com equipe enxuta, cobrado por preço em toda reunião e sem dado próprio para mostrar o tamanho real do problema que herdou.
  • Instituição em déficit operacional onde cortar mais significa mexer na assistência.

Para quem não é

  • Instituição sem histórico de pedidos registrado em sistema, ou com menos de 12 meses de base disponível.
  • Direção que não pretende abrir a base de compras para análise externa.
  • Gestão que procura corte rápido de custo e não tem interesse em critério, evidência ou rastreabilidade de cada número.
  • Estrutura que quer terceirizar a operação de compras em caráter permanente. Este trabalho diagnostica o processo e devolve a operação para a casa.
  • Instituição com processo já auditado e plano de captura em execução, com valor validado pelo financeiro.
Entregáveis

O que chega na sua mesa ao final das 4 a 6 semanas

  • Mapa de Economias por vetor

    O valor em reais de cada um dos quatro vetores de vazamento, separadamente: variação de preço do mesmo item, gasto disperso sem negociação de escala, escalada de preço acima da inflação e dependência de fornecedor único.

    Valor de mercado: R$ 32.000
  • Curva ABC de categorias e itens

    A ordenação que mostra quais poucas categorias respondem pela maior parte do gasto da instituição, e, dentro delas, quais itens concentram esse valor. É o que define onde a negociação vale a pena e por qual item a equipe começa.

    Valor de mercado: R$ 850
  • Roadmap de priorização das oportunidades identificadas

    O valor identificado transformado em sequência de execução, com frente, responsável, prazo e ordem de prioridade. O documento que responde à pergunta 'por onde começamos' sem depender de nova reunião para decidir.

    Valor de mercado: R$ 5.600
Relatório de consultoria impresso ao lado de um painel de uma página
Bônus

O que continua chegando depois que o relatório é entregue

Bônus 1: Top 10 do Mês por 3 meses consecutivos

Nos três meses seguintes à entrega, um relatório mensal com os dez itens de maior oportunidade de economia identificados no diagnóstico, mostrando se cada um foi comprado de novo, por qual preço e se a oportunidade continua aberta. Depende do envio da extração mensal no mesmo formato da base inicial.

Valor: R$ 4.500

Bônus 2: One Page com as principais recomendações

O resultado inteiro condensado em uma folha, no formato de quem tem cinco minutos antes da reunião. Valor identificado, categorias que concentram o gasto, frentes prioritárias e prazo. Feito para circular no conselho sem precisar de você na sala.

Valor: R$ 3.500

Bônus 3: Roteiro de Perguntas para a Reunião de Conselho

As perguntas certas para fazer à área de compras a cada reunião, na ordem em que elas expõem o problema. Serve para manter a pauta viva depois que o diagnóstico termina.

Valor: R$ 850
Evidência

Como um ponto de atenção nasce dentro de uma base que ninguém conseguia analisar

O relatório entrega valores. Esses valores não caem do céu, cada um vem de uma sequência que pode ser refeita por qualquer pessoa. Três exemplos de como isso funciona na prática.

Um produto que existia cinco vezes

Antes

O relatório de compras mostrava cinco produtos distintos, cada um com preço próprio, todos aparentemente dentro do normal. Ninguém tinha motivo para desconfiar.

A análise

Os cinco cadastros são reconhecidos como o mesmo produto e agrupados na análise.

O resultado

A diferença entre o menor e o maior preço pago aparece de uma vez, multiplicada pela quantidade comprada no período. É o vetor que costuma render o maior valor isolado da análise inteira.

Uma categoria com um fornecedor só

Antes

A categoria era atendida pelo mesmo fornecedor havia anos, sem que ninguém tivesse decidido isso. Não houve escolha, houve continuidade.

A análise

O gasto é agrupado por categoria e a concentração aparece, com o histórico de reajuste de cada renovação ao lado.

O resultado

Fica visível que o preço vinha sendo reajustado sobre ele mesmo, sem referência externa, e a categoria entra no plano de captura como frente de abertura de mercado.

Um reajuste que passou da inflação todo ano

Antes

Cada reajuste isolado parecia razoável, poucos pontos percentuais acima do índice, discutido rapidamente e aprovado.

A análise

A série de preços do item é comparada com o índice do mesmo período, ano a ano.

O resultado

O acúmulo de reajustes acima da inflação em 24 meses aparece somado, e costuma superar qualquer negociação pontual feita no mesmo intervalo.

Em uma base de 24 meses de uma Instituição de médio porte, os quatro vetores somados apontaram R$ 512.400 em vazamento identificado.

Carga sobre a equipe

Quanto do tempo da sua equipe este trabalho consome

A preocupação legítima de quem tem equipe enxuta não é o preço, é a carga. Projeto de consultoria que exige reunião toda semana e listas de pendência acaba parado no terceiro mês, porque a operação sempre vence.

A extração inicial dos pedidos é o único momento em que a Instituição precisa se envolver de verdade, e leva de uma a duas horas de quem tem acesso ao sistema. Depois disso, o trabalho de tratamento e análise acontece do lado de fora.

Reunião de conselho de Instituição de saúde com relatórios impressos

Como o acompanhamento funciona

  • Interlocutor único

    Do começo ao fim. Quem analisa a base é quem responde as suas perguntas, sem camada de gerente de projeto no meio.

  • Ponto de contato semanal de 30 minutos

    Para acompanhar o que já apareceu e decidir o que precisa de decisão. Se não houver o que decidir, a reunião não acontece.

  • Canal direto por e-mail e telefone

    Durante todo o projeto, com resposta em até um dia útil.

  • Um ponto focal na Instituição

    Para dúvidas pontuais sobre cadastro, contrato vigente e particularidades da operação. Costuma ser alguém de compras ou do almoxarifado, e raramente passa de uma hora por semana.

  • Reunião de apresentação do resultado

    Ao final, com você e com quem você quiser na sala.

Representação gráfica dos cinco dias úteis do teste de base
O risco dos primeiros cinco dias

Como você descobre em cinco dias se vale a pena continuar

A pergunta que trava esse tipo de contratação é sempre a mesma: e se o diagnóstico não achar nada. A resposta está na primeira etapa do projeto.

Fase 0. Teste de base. Assinado o contrato e paga a primeira parcela, os primeiros 5 dias úteis são dedicados a ler uma amostra dos seus pedidos e verificar se a base sustenta a análise. Se não sustentar, o projeto termina ali e os R$ 14.000 pagos voltam integralmente. Sem justificativa exigida, sem retenção de parte do valor, sem discussão sobre esforço já empregado.

A base pode não sustentar por motivos concretos: histórico com menos de 12 meses, pedidos sem valor unitário registrado, descrição de item insuficiente para reconhecer o mesmo produto entre cadastros diferentes, ou extração que o sistema não consegue gerar em formato utilizável.

Nesse cenário você perde cinco dias e nenhum real. E sai sabendo exatamente o que precisa ser corrigido no seu sistema antes que qualquer análise de compras seja possível.

Renata, fundadora da RK Prime Consultoria
Quem lê a sua base

Renata, fundadora da RK Prime Consultoria

Se você chegou até aqui pelo Você Mais Prime, é a mesma casa. Você Mais Prime é a marca de conteúdo da RK Prime Consultoria, e este diagnóstico é um dos serviços da consultoria.

A RK Prime é especializada em GRC, sigla para Governança, Gestão de Riscos e Compliance.

São mais de 20 anos de experiência em consultoria, sendo 16 dedicados a uma das quatro maiores consultorias do mundo, as chamadas Big Four. Lá, atuou como sócia-diretora de GRC em projetos no Brasil e na América Latina. A formação inclui certificações internacionais por Instituições como Harvard e Universidade da Califórnia.

Por que este trabalho existe

Em mais de duas décadas realizando projetos desta natureza, dentro e fora da Big Four, o padrão se repetiu em praticamente toda Instituição: a base de compras estava lá, completa, guardada, e ninguém conseguia extrair uma resposta dela. Nem a equipe de compras, que digitava os pedidos. Nem o financeiro, que pagava. Nem o conselho, que cobrava.

O que faltava era alguém para fazer o trabalho pesado de tratar a base antes de tentar lê-la, que é uma etapa que ninguém tem tempo de executar no meio da operação e que nenhum sistema faz sozinho.

Este diagnóstico é essa etapa, isolada e entregue com o valor já calculado.

FAQ

As perguntas que aparecem antes da assinatura

  • Os primeiros 5 dias úteis existem para responder isso. Se a leitura da amostra mostrar que a base não sustenta a análise, o projeto encerra e a primeira parcela volta integralmente. Você fica sabendo, em uma semana, se existe algo a encontrar.

  • A extração inicial dos pedidos leva de uma a duas horas de quem tem acesso ao sistema. Depois disso, um ponto focal indicado pela Instituição responde dúvidas pontuais, o que raramente passa de uma hora por semana. Todo o trabalho de tratamento e análise acontece fora da sua operação.

  • Base desorganizada é a condição normal, e é justamente o que torna o trabalho necessário. Cadastro duplicado, descrição inconsistente e fornecedor repetido são o ponto de partida da análise, não um impedimento. O que inviabiliza é ausência de histórico, com menos de 12 meses de pedidos, ou extração que o sistema não consegue gerar.

  • Consultoria de redução de custo entrega recomendação. Este trabalho entrega valor calculado sobre os seus próprios pedidos, com a ordem de execução definida. Além disso, nos três meses seguintes você recebe o relatório mensal dos dez itens de maior oportunidade, mostrando quais foram comprados de novo e a que preço.

  • Em uma base de 24 meses de uma Instituição de médio porte, os quatro vetores somados apontaram R$ 512.400 em vazamento identificado. O investimento é pago em duas parcelas de R$ 14.000, e a primeira volta integralmente se a base não sustentar a análise.

  • O objetivo é medir vazamento de caixa, e a maior parte do que aparece nasce de cadastro duplicado, ausência de contrato e falta de instrumento de comparação, o que nenhum comprador cria sozinho. O trabalho aponta processo, e costuma ser o primeiro material que dá à área de compras argumento próprio para defender o que ela já sabia.

  • A parte do cálculo, sim. Eu também uso as melhores ferramentas disponíveis, e elas fazem essa etapa em minutos.

    O que nenhuma ferramenta tem é repertório. Em mais de 20 anos analisando processos de compras em empresas nacionais e internacionais, dentro e fora da Big Four, passei por centenas de bases, categorias e mercados diferentes. É esse acervo de comparação que diz, diante de um preço, se ele está dentro ou fora do que se pratica, se aquela diferença tem explicação legítima, e qual ponto de atenção a Instituição vai conseguir capturar de fato.

    Uma ferramenta responde o que a sua base diz. A análise responde o que a sua base diz comparada com tudo o que já passou pelas minhas mãos. É essa diferença que separa um relatório cheio de números de um número que se sustenta na reunião de conselho.

  • De 4 a 6 semanas a partir da entrega da extração, incluindo os 5 dias úteis da fase inicial.

  • Sim, o histórico de pedidos precisa ser analisado para que exista o diagnóstico. A extração cobre pedidos, itens, fornecedores, quantidades e valores, e não alcança prontuário, dado de paciente ou informação assistencial.

A oferta

O que está incluído e quanto custa

  • Mapa de economias por vetorR$ 32.000
  • Curva ABC de categorias e itensR$ 850
  • Roadmap de priorização das oportunidades identificadasR$ 5.600
  • Bônus 1: Top 10 do Mês por 3 meses consecutivosR$ 4.500
  • Bônus 2: One Page com as principais recomendaçõesR$ 3.500
  • Bônus 3: Roteiro de Perguntas para a Reunião de ConselhoR$ 850
Valor total dos componentesR$ 47.300
Investimento
R$ 28.000
Em duas parcelas de R$ 14.000. A primeira na assinatura, a segunda na entrega do relatório final.

O risco dos primeiros cinco dias

A primeira parcela cobre a leitura da amostra da sua base. Se em 5 dias úteis ela não sustentar a análise, o projeto encerra e os R$ 14.000 voltam integralmente.

Ao continuar, você concorda com os termos de uso e a política de privacidade.